Doze membros de uma seita religiosa de Queensland, na Austrália, foram presos nesta terça-feira acusados de envolvimento na morte da menina Elizabeth Struhs, de 8 anos, em janeiro deste ano. Elizabeth tinha diabetes e teve negada suas doses de insulina, segundo a polícia. O caso aconteceu na cidade de Toowoomba.

A irmã mais velha da jovem descreveu o grupo do qual os pais faziam parte como um culto “movido pelo medo” que levou a religião aos seus extremos. Segundo o jornal local Courrier Mail, os membros do grupo acreditavam que a menina seria ressuscitada.

No início do ano, o pai e mãe da menina, Jason e Kerrie Struhs, já haviam sido acusados pelos crimes de homicídio, tortura e falha em prover necessidades básicas, nas investigações da morte da jovem. Eles se encontram presos.

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Os novos doze acusados de envolvimento na morte de Elizabeth tem idades que variam entre 19 e 64 anos. Segundo nota da polícia de Queensland, os membros do grupo sabiam dos problemas de saúde da criança, mas não buscaram ajuda médica.

Os pais e membros da seita apenas teriam rezado pela recuperação da jovem, e as autoridades só foram acionadas um dia após ela ter morrido.

— Nos meus 40 anos de polícia, nunca enfrentei um assunto como esse — disse o detetive Garry Watts.

Fonte/ Portal Yahoo.com